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Patah encampa a luta da Mulher


07/03/2016

Como presidente nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, Ricardo Patah tem dedicado entre as ações mais fortes das duas instituições, especial atenção para o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08/03.

 

Data que se originou devido ao protesto das trabalhadoras de fábrica nos EUA, no início do século 20, que reivindicavam melhores salários e condições mais dignas de trabalho, e morreram carbonizadas em decorrência ao um incêndio no estabelecimento que trabalhavam, onde ficavam trancafiadas até que cumprissem sua jornada. Foi o ponto de partida para inúmeras reivindicações internacionais em prol dos direitos da mulher. 

 

“A origem desse dia que se originou com essa tragédia, emprestou ao mundo todo a importância e a relevância da valorização da mulher como trabalhadora, como esposa, como chefe de família. Com isso, tanto a UGT como os Comerciários têm realizado um dos maiores atos no Brasil, quando o assunto é mulher”, relembra Patah.

 

A ideia de Path, enquanto sindicato, enquanto UGT, é que além da valorização dessa data, especificamente, é ser um instrumento de atenção com as desatenções do governo. A mulher ainda ganha menos que o homem no trabalho, na mesma função. A diferença aumenta com relação à mulher negra. 

“A questão da mudança da aposentadoria da mulher de 30 para 35 anos. Eu acho um absurdo, enquanto a mulher é discriminada, enquanto temos essa realidade, não podemos permitir, em hipótese alguma, qualquer mudança para pior no quesito previdenciário da mulher”, alerta Patah.

 

Para ele, é preciso criar índices de inclusão. “A mulher hoje é maioria no Brasil, inclusive em certas cidades, é o índice maior de chefe de família, cumpre a tripla jornada. Então essa data é o dia em que precisamos refletir muito, temos que buscar alternativas para o nascimento de políticas públicas a favor da mulher”, defende.

 

A UGT e o Sindicato dos Comerciários de SP se comprometem dar sequência intensa no sentido de acabar com a discriminação nos salários mais baixos da mulher, com a informalidade, precariedade no trabalho e violência. 

 

“Temos que acabar com o assédio, acabar com a morte da mulher, que tanto nos indigna. A meu ver, o mais importante nessa reflexão, de efetivarmos a cidadania de igualdade e oportunidade, é dar um basta numa indignação muita profunda demonstrada por todo nós, que não aceitamos mais essa violência contra a mulher”, acentua o presidente.

 

 

 


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