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Passageiros reclamam de aumento da tarifa de integração em SP


17/04/2017

Passageiros reclamaram do aumento da tarifa dos transportes no primeiro dia útil dos novos valores, na manhã desta segunda-feira (17). Para os usuários, os preços sofrem reajuste, mas a qualidade do serviço segue baixa. Após autorização da Justiça, o aumento entrou em vigor no sábado (15).

 

"Acho abusivo, porque a comunicação acontece tardia e a gente acaba sendo pego de surpresa", afirmou uma passageira à reportagem do Bom Dia São Paulo.

No dia 7 de abril, a ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), reverteu uma decisão de fevereiro do ministro Humberto Martins, também do STJ, e autorizou o reajuste das tarifas de integração entre ônibus e trilhos e os bilhetes mensais pretendida pelo governo de São Paulo. A ação contra o reajuste foi proposta pela bancada do PT na Assembleia Legislativa.

 

Confira os novos valores:

Ônibus municipal e trilhos: de R$ R$ 5,92 para R$ 6,80;

Bilhete 24 horas (comum): vai aumentar de R$ 10 para R$ 15

Bilhete 24 horas (integração): vai aumentar de R$ 16 para R$ 20

Bilhete mensal (comum): vai aumentar de R$ 140 para R$ 190

Bilhete mensal (integração): vai aumentar de R$ 260 para R$ 300

 

As tarifas unitárias de Metrô, de trem e de ônibus, porém, serão mantidas em R$ 3,80.

 

O secretário dos Transportes, Clodoaldo Pelissioni, disse que a principal tarifa de integração, o bilhete único, "é ainda 10% de desconto em cima da tarifa congelada de R$ 3,80". Segundo ele, "a segunda tarifa mais barata da Grande São Paulo, só perde para Taboão da Serra" diminuto município em que a tarifa custa R$ 3.

 

"Nossa tarifa continuará sendo a mais barata", defendeu. Ainda de acordo com o secretário, menos da metade dos usuários serão afetados pelo reajuste. A pasta estima que pesará no bolso de 40%.

 

Pelissioni ainda afirmou que o aumento é necessário por conta dos reajustes previstos nos contratos, além do dissídio dos funcionários. "Com isso nós temos que repor essas perdas nas empresas, tanto no Metro quanto na CPTM".

 

Fonte: G1

 


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